terça-feira, 20 de julho de 2010

Colorido: o estilo anos 80 voltou na moda e na música!






A moda sempre foi a forma de expressão mais visível que o homem inventou. Você coloca um tênis diferente, óculos radicais e pronto: é o seu estilo!

Mas em todas as épocas a música é tema de grande inspiração para a moda. Bem diferente das regras e etiquetas, que ditam as tendências conforme a estação ou o gosto dos artistas (e a gente nunca entende o porquê!), a música traz o ritmo das nossas vidas e, por isso, tocam fundo no nosso visual.

Woodstock – A época dos anos 60 e 70 pintava o rock’n roll e a liberdade de expressão. Por causa disso, criaram o movimento Hippie com aquelas batas indianas, óculos a la John Lennon, cabelo bagunçado e tudo muito “paz e amor”.

Dancing Days – O toque psicodélico ganha a vez com a moda dos anos 80. “Abra suas asas, solte suas feras...” pregava o toque neon e o glitter. Surgiu a Madonna – diva! E se naquela época não existia a Melissa, as sandálias de plástico coloridas estavam com tudo.

Geração Coca-Cola – O rock e o comportamento dos adolescentes influenciaram a moda nos anos 90. Os jeans despojados, camisas xadrez, bermudões e All Star eram a vibe. Naquela época, o capitalismo lançava seu lema “Compro, logo existo”. Foi quando surgiu a geração antimoda e anticonsumo com Pearl Jam, Nirvana, Legião Urbana, entre outros, que era um mix total dos estilos anteriores!

Geração ECO – Sim, estamos na era do desenvolvimento sustentável, e talvez por isso que o hit é “reciclar”. Tanto a música quanto a moda está buscando sua personalidade nos nossos antepassados. A diversidade está em alta: o que vale é ser você mesma, desde que não maltrate o planeta!

IInspirado nessa ideia retrô e de reciclagem de estilos, surge o estilo “colorido”, que são as bandas que amamos ver e ouvir! É assim que vai ficar conhecida a geração de bandas como Cine, Replace, Restart, Cobra Starship e Believe: bandas que aderiram à moda psicodélica e trazem de volta o espírito oitentista para nossos dias!

Inverno 2010




A personal stylist Aninha Pasternack adianta as tendências que prometem virar hit quando o próximo frio chegar.
Ela acabou de voltar da Rússia e, por lá, conferiu de perto coleções e, em primeiríssima mão, o que deve aquecer o inverno. "Grandes estilistas, como Chanel e Yves Saint Laurent, cada um em seu tempo, tiveram uma fase Russa, inspirada no folclore, no rico artesanato ou na excentricidade dos czares", explica.


A moda cheia de brilhos, que no próximo verão já deve marcar, ficará em alta até o ano que vem. O paetê largo, com formato variado, em dourado ou preto, aparece em várias coleções, como Chanel, Gucci, Balmain e Versace, geralmente contrastando com tecidos foscos e opacos, como tule, chifon, alfaiataria, malha e crepe, que estarão com tudo. "Geralmente em preto. Muita calça e até bota de paetês. Tachas e pinos, bem rock n’ roll, estão em tops, ora em detalhes de mangas, ora em toda a peça. Brilhos aplicados à quente aparecem também em jaquetas e camisetas", adianta.
Além desse tipo de brilho, outro detalhe de look sempre considerado over e que deve voltar são as correntes. "Se pegar, vai ser muito divertido ver as pessoas passarem pelo raio-X dos aeroportos", se diverte Aninha. "Em tudo vai haver corrente. Em roupas com dezenas de zípers aparentes, em vestidos de festa, como na coleção de Lanvin, em casacos e camisetas. A base de tudo, sempre preto, para evidenciar o brilho do metal", explica.

O legal, tanto dos brilhos quanto das correntes são os acessórios. Se você não se sente bem aplicando na roupa, abuse de pulseiras, brincos e anéis. As peças em metal chapado, sem muita espessura, foscas, estarão com tudo. "Entre os must have do inverno estão um bracelete em corrente larga, uma camisa de seda, uma saia de alfaiataria e uma bota de cobra comprida", sentencia.

Aninha diz que para as que gostam de muito conforto, a boa pedida são os maxi-tricôs, texturados, bem suaves, em tons neutros e nudes, que combinam com calças e paletós de alfaiataria em tecidos com tramas masculinas e xadrez. "Para cá também valem casacões em crepe de lã (crespinho) com correntes. A ideia é de uma blusa herdada, antiguinha, extremamente macia".